Observatório Amazônia

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Rafael Lima Miranda
Marcelo Nunes dos Santos
Marcello Soares Castro

Resumo

Atualmente, muito se tem dialogado no ambiente global sobre os
danos que a produção agropecuária causa ao meio ambiente, exigindo
das instituições financeiras públicas e privadas, bem como da sociedade
civil, novos modelos de produção sustentável, o que consequentemente
exige repensar os riscos associados à política de crédito rural.
Em conformidade com a agenda internacional para o desenvolvimento
sustentável, evidencia-se o papel do Banco Central do Brasil nas últimas
décadas e, mais recentemente, em 2020, com o lançamento da nova
Agenda BC#, proposta em cinco dimensões: inclusão, competitividade,
transparência, educação e sustentabilidade.
Nessa perspectiva, a política de crédito rural tem o potencial de
promover o desenvolvimento das explorações agrícolas por meio da
inclusão produtiva sustentável e, consequentemente, a ampliação dos
mercados, além de contribuir para a redução das desigualdades sociais
e da pobreza no campo.
No entanto, em razão das assimetrias de informações e das limitações
tecnológicas, os bancos têm encontrado dificuldades para alinhar a
política de crédito ao viés da sustentabilidade, incorrendo em elevados
custos de transação, obrigando os agentes envolvidos a despender
tempo e recursos nas operações para liberação de crédito.

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Seção
Artigos